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Satanás.


1. Sua Personalidade.

Como no caso de Cristo, o conhecimento de Satanás depende totalmente do que as Escrituras declaram. Nenhuma evidência maior, ou melhor, pode existir para a crença na personalidade de um do que de outro.

2. Seu Poder.

(a)Como um ser criado, o seu poder vem após somente o poder de Deus (Ez 28.11-16). (b)Após sua queda moral (cf. Jó 2.7; Is 14.12-17; Lc 4.6; 22.31; 1 Co 5.5; Hb 2.14) e mesmo após seu julgamento na cruz (Jo 16.11; Cl 2.15) ele continua a reinar como um usurpador (2 Co 4.4). Considere aqui todas as passagens através de todas as Escrituras sobre as tentações e induções de Satanás para o mal.

3. Sua Obra.

(a)Em relação a Deus, suas obras más são ainda permitidas. (b)Em relação aos demônios, eles devem fazer sua vontade. (c)Em relação aos não-salvos, ele tem autoridade sobre eles (Is 14.17; 2 Co 4.3,4; Ef 2.2; Cl 1.13; 1 Jo 5.19). (d) Em relação aos salvos, ele vive em conflito com eles (Ef 6.11-18). (e)Em relação à verdade, ele é um mentiroso (Jo 8.44) e pai "da mentira".

4. Sua Carreira.

(a)Passada.

(1)Satanás experimentou uma queda moral (Is 14.12-17; Ez 28.15; 1 Tm 3.6; Ap 2.13). (2)O julgamento de Satanás foi predito no Éden (Gn 3.15). (3)Seu julgamento foi realizado na cruz (Jo 12.31-33).

(b)Presente.

(1)Ele reina como um usurpador hoje (2 Co 4.4; Ef 2.2; Ap 2.13). (2)Ele recebe o nome de acusador dos irmãos pelo que faz agora (Ap 12.10). (3)Ele é o pai num sentido espiritual de todos os que aceitam sua filosofia de independência de Deus (Jo 8.44; Ef 2.2).

(c)Futura.

(1)Ele um dia deve ser expulso do céu (Ap 12.7-12; cf Is 14.12; Lc 10.18). (2)Ele deve ser confinado ao abismo por mil anos (Ap 20.1-3,7). (3)Quando for solto do abismo, ele liderará exércitos contra Deus (Ap 20.8,9). (4)Sua condenação final é o lago de fogo (Ap 20.10).

Fonte:Lewis Sperry Chafer – Teologia Sistemática - Livro IV.

SALVAÇÃO

A palavra grega para salvação, swthrija, é usada cerca de 50 vezes no Novo Testamento. Ela se refere ao estado de alguém que se tornou completo.
1.       Escopo. A doutrina geral da salvação inclui os seguintes dogmas menores: substituição, redenção, reconciliação, propiciação, convicção, eleição, chamamento, predestinação, soberania, livre-arbítrio, graça, arrependimento, fé, regeneração, perdão, justificação, santificação, preservação e glorificação.
2.       A Obra de Deus. Duas passagens do Antigo Testamento indicam que "a salvação pertence ao Senhor" (Sl 3.8), que "a salvação é do Senhor" (Jn 2.9). Qualquer sistema que tende a combinar a responsabilidade humana com este empreendimento divino está errado. Efésios 2.8-10 relaciona as obras à salvação operada pela graça como um efeito dela, e não uma causa.
3.       Três Tempos. A salvação tem referência ao passado, presente e futuro do crente.  
(a) O tempo passado, que liberta da culpa e da penalidade do pecado, é totalmente realizado para todos os que aceitam no tempo em que crêem (Lc 7.50; 1 Co 1.18; 2 Co 2.15; 2 Tm 1.9).
(b) O tempo presente, que liberta do poder do pecado, cumpre-se agora naqueles que exercem a fé (Jo 17.17; Rm 6.14; 8.2; Gl 5.16; Fp 2.12,13).
(c) O tempo futuro liberta da presença do pecado (Rm 13.11; Ef 5.25-27; Fp 1.6; 1 Pe 1.3-5; 1 Jo 3.1, 2).
4.       Uma Condição. Cerca de 115 passagens condicionam a salvação ao crer somente, e cerca de 35 simplesmente à fé. Há certas coisas, contudo, freqüentemente acrescentadas pelo homem à esta única condição, como se segue: crer e se arrepender, crer e ser batizado, crer e confessar pecado, crer e confessar Cristo publicamente, crer e prometer uma melhor maneira de vida, crer e orar por salvação.
5.       Aspectos Dispensacionais. Um estudo desta divisão da matéria é melhor abordado por se considerar os propósitos revelados de Deus em cada uma das várias dispensações, O presente propósito da era manifestado no povo celestial, por exemplo, exige um empreendimento exaltado e divino não visto antes sobre a terra (Ef 3.1-6).
6.       Relacionamentos, Fatores e Forças. Observe em particular:
(a) A obra do Pai na salvação;
(b) A obra do Filho na salvação;
(c) A obra do Espírito na salvação;
(d) A salvação em sua relação com o pecado;
(e) A oposição de Satanás à salvação;
(f) A salvação ou a libertação do mundo;
(g) A salvação da carne;
(h) A salvação em relação ao céu.
7.       Duração. Não há uma salvação oferecida sob a graça que deixe de ser eterna em seu caráter. Isto é devido ao fato dela ser totalmente uma obra de Deus, e Seu propósito e poder nunca falham (Fp 1.6).
Fonte: Lewis Sperry Chafer – Teologia Sistemática - Livro IV

Demonologia

Ao considerar os demônios e o serviço que eles prestam a Satanás, é importante distinguir entre a possessão demoníaca ou controle e influência demoníaca. No caso do corpo ser penetrado e um controle dominante ser obtido, enquanto no outro caso uma batalha de fora é travada somente por sugestão, tentação e influência. A investigação das Escrituras com respeito à possessão demoníaca revela:
Primeiro, que esse exército é composto de espíritos somente. Os seguintes textos verificam tal afirmação: "Ora, havendo o espírito imundo saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra. Então diz: Voltarei para minha casa, donde saí. E, chegando, acha-a desocupada, varrida e adornada. Então vai e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entrando, habitam ali; e o último estado desse homem vem a ser pior do que o primeiro. Assim há de acontecer também a esta geração perversa" (Mt 12.43-45): "Rogaram-lhe, pois, os demônios, dizendo: Manda-nos para aqueles porcos, para que entremos neles" (Mc 5.12).
Segundo, que eles estão, além disso, não somente à procura de entrar nos corpos dos mortais ou dos animais, pois o poder deles parece ser em alguma medida dependente de tal incorporação, mas eles são constantemente vistos assim incorporados, de acordo com o Novo Testamento. Umas poucas destas passagens são dadas aqui:
"Caída a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e ele com a sua palavra expulsou os espíritos, e curou todos os enfermos" (Mt 8.16); "Enquanto esses se retiravam, eis que lhe trouxeram um homem mudo e endemoninhado. E, expulso o demônio, falou o mudo e as multidões se admiraram, dizendo: Nunca tal se viu em Israel" (Mt9,32,33); "Chegaram então ao outro lado do mar, à terra dos gerasenos. E, logo que Jesus saíra do barco, lhe veio ao encontro, dos sepulcros, um homem com espírito imundo, o qual tinha a sua morada nos sepulcros; e nem ainda com cadeias podia alguém prendê-lo; porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram por ele feitas em pedaços, e os grilhões em migalhas; e ninguém o podia domar; e sempre, de dia e de noite, andava pelos sepulcros e pelos montes, gritando, e ferindo-se com pedras. Vendo, pois, de longe a Jesus, correu e adorou-o; e, clamando com grande voz, disse: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Conjure-te por Deus que não me atormentes. Pois Jesus lhe dizia: Sai desse homem, espírito imundo. E perguntou-lhe: Qual é o teu nome? Respondeu-lhe ele: Legião é o meu nome, porque somos muitos. E rogava-lhe muito que não os enviasse para fora da região. Ora, andava ali pastando no monte uma grande manada de porcos. Rogaram-lhe, pois, os demônios, dizendo: Manda-nos para aqueles porcos, para que entremos neles. E ele lho permitiu. Saindo, então, os espíritos imundos, entraram nos porcos; e precipitou-se a manada, que era de uns dois mil, pelo despenhadeiro no mar, onde todos se afogaram. Nisso fugiram aqueles que os apascentavam, e o anunciaram na cidade e nos campos; e muitos foram ver o que era aquilo que tinha acontecido. Chegando-se a Jesus, viram o endemoninhado, o que tivera a legião, sentado, vestido, e em perfeito juízo; e temeram" (Mc 5.1-13); "As multidões escutavam, unânimes, as coisas que Filipe dizia, ouvindo-o e vendo os sinais que operava; pois saíam de muitos possessos os espíritos imundos, clamando em alta voz; e muitos paralíticos e coxos foram curados" (At 8.6,7); "Ora, aconteceu que quando íamos ao lugar de oração, saiu-nos ao encontro uma jovem que tinha um espírito adivinhador, e que, adivinhando, dava grande lucro a seus senhores" (At 16.16).
Terceiro, que eles eram ímpios, impuros e malévolos. Muitas passagens poderiam ser citadas em prova desta observação:
"Tendo ele chegado ao outro lado, à terra dos gadarenos, saíram-lhe ao encontro dois endemoninhados, vindos dos sepulcros; tão ferozes eram que ninguém podia passar por aquele caminho" (Mt 8.28); "E, chamando a si os seus doze discípulos, deu-lhes autoridade sobre os espíritos imundos, para os expulsarem, e para curarem toda sorte de doenças e enfermidades" (Mt 10.1); "E, logo que Jesus saíra do barco, lhe veio ao encontro, dos sepulcros, um homem com espírito imundo, o qual tinha a sua morada nos sepulcros; e nem ainda com cadeias podia alguém prendê-lo; porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram por ele feitas em pedaços, e os grilhões em migalhas; e ninguém o podia domar; e sempre, de dia e de noite, andava pelos sepulcros e pelos montes, gritando, e ferindo-se com pedras" (Mc 5.2-5); "Então lhe trouxeram; e quando ele viu a Jesus, o espírito imediatamente o convulsionou; e o endemoninhado, caindo por terra, revolvia-se espumando" (Mc 9.20). Poderia ser acrescentado que parece haver graus de impiedade apresentados por esses espíritos, pois isso está afirmado em Mateus 12.43-45 que o demônio, retornando à sua casa, "toma consigo sete outros espíritos mais ímpios do que ele próprio".
A questão freqüentemente levantada é se a possessão demoníaca acontece no presente tempo. Embora os registros bíblicos de tal controle sejam quase totalmente limitados aos três anos do ministério público de Jesus, é incrível que a possessão demoníaca não tenha existido antes desse tempo ou que não tivesse sempre existido. Neste contexto deveria ser lembrado que estes seres não são somente inteligentes, mas são diretamente governados e ordenados por Satanás, cuja sabedoria e astúcia têm sido tão claramente apresentadas na Escritura. É razoável concluir que eles, iguais ao seu monarca, adaptam a maneira da atividade dele à iluminação da era e a localidade atacada. Parece evidente que eles não estão menos inclinados do que antes a entrar e a dominar um corpo.
A possessão demoníaca no presente tempo é provavelmente insuspeita por causa do fato geralmente não-reconhecido de que tais espíritos são capazes de inspirar uma vida moral e exemplar assim como de aparecer como o espírito dominante de um médium espírita ou como o poder por detrás de manifestações grosseiras que são registradas por missionários a respeito das condições que eles observam em terras pagãs. Esses demônios também, igual ao rei deles, podem aparecer como "anjos de luz" ou "leões que rugem" quando pela primeira personificação eles podem mais perfeitamente promover os empreendimentos estupendos de Satanás em sua batalha contra a obra de Deus. A influência demoníaca, igual a atividade de Satanás, é instigada por dois motivos: um é impedir o propósito de Deus para a humanidade e o outro é estender a autoridade do próprio Satanás.
Eles, portanto, ao comando de seu rei, voluntariamente cooperam em todos os empreendimentos que desonram Deus. A influência deles é exercida no confundir os não-salvos como no travar uma batalha incessante contra o crente (Ef 6.12). O motivo deles é sugerido naquilo que foi revelado pelo conhecimento deles da autoridade e da divindade de Cristo, assim como pelo que eles conhecem da eterna condenação deles próprios. As passagens a seguir são importantes neste contexto: "E eis que gritaram dizendo: Que temos nós contigo, Filho de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo?" (Mt 8.29); "Ora, estava na sinagoga um homem possesso dum espírito imundo, o qual gritou: Que temos nós contigo, Jesus, nazareno? Vieste destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus. Mas Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te, e saí dele" (Mc 1.23-25); "Respondendo, porém, o espírito maligno, disse: A Jesus conheço, e sei quem é Paulo; mas vós, quem sois?" (At 19.15); "Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios também o crêem, e estremecem" (Tg 2.19).
Satanás, embora proponha substituir o Todo-Poderoso, não é onipotente; mas ainda seu poder e o grau de sua atividade são imensuravelmente aumentados pela cooperação de um exército de demônios. Satanás não é onisciente; todavia, o seu conhecimento é amplamente estendido pela sabedoria e observação combinadas de muitos súditos leais. Satanás não é onipresente, mas ele é capaz de manter uma atividade incessante em toda localidade por uma obediência leal do exército satânico.

Fonte: Lewis Sperry Chafer - Teologia Sistemática v.7,8

Usos Gerais da Palavra Teologia - Lewis Sperry Chafer.

          Dentro da enciclopédia que o retrata, o termo teologia é usado com vários significados restritos. Quando se deseja o reconhecimento do primeiro expoente de um sistema teológico, o nome do indivíduo é combinado com o termo, como Teologia Agostiniana, Teologia Calvinista, Teologia Luterana, Teologia Arminiana. Quando a fonte do seu material está em foco, termos específicos são empregados, como Teologia revelada, Teologia natural, Teologia católica, Teologia evangélica. Assim, igualmente, a teologia pode ser classificada pelo lugar de sua origem, como, Teologia de Genebra, Teologia de Mercersburgo, Teologia de Oxford, Teologia da Nova Inglaterra, Teologia de Oberlin.

Quando um conteúdo particular de determinada teologia está em foco, ela pode ser nomeada de acordo, como Teologia Bíblica, Teologia Fundamental, Teologia Histórica, Teologia Homilétíca, Teologia Ética, Teologia Prática ou Teologia Pastoral. De maneira semelhante, várias teologias podem ser classificadas pelo método que elas empregam, como Teologia Dogmática, Teologia Exegética, Teologia Apologética, Teologia Racional, Teologia Sistemática.
Entre essas classificações gerais, há diversas formas de teologia que exigem uma definição especial.
1.Teologia Natural. A teologia natural designa uma ciência que é baseada somente naqueles fatos concernentes a Deus e seu Universo que estão revelados na natureza.
2.Teologia Revelada. Este termo designa uma ciência que está baseada somente naqueles fatos concernentes a Deus e seu Universo que estão revelados nas Escrituras da verdade.
3.Teologia Bíblica. A Teologia Bíblica designa uma ciência que tem como alvo investigar a verdade a respeito de Deus e seu Universo com seu desenvolvimento divinamente ordenado e o ambiente histórico, como está demonstrado nos vários livros da Bíblia. A Teologia Bíblica é a exposição do conteúdo doutrinário e ético da Bíblia. Ela não é um substituto para a Teologia Doutrinária ou Ética, mas é a sua contraparte histórica. Ela é a consideração histórica da verdade bíblica como foi originalmente dada em sua proclamação profética.
4.Teologia Propriamente Dita (Teontologia). Este termo designa uma ciência limitada que contempla somente a pessoa de Deus - Pai, Filho e Espírito Santo, e sem referência às obras de cada uma delas.
5.Teologia HistÓRICA. Uma ciência que traça o desenvolvimento histórico da doutrina e está preocupada, também, com as variações sectárias distintas e com os desvios heréticos da verdade bíblica que têm aparecido durante a era cristã.
6.Teologia Dogmática. Verdade teológica sustentada com certeza.
7.Teologia Especulativa. Verdade teológica sustentada no abstrato e à parte de sua importância prática.
8.Teologia do Antigo Testamento. Assim designada porque ela é restrita à porção da Escritura indicada.
9.Teologia do Novo Testamento. Assim designada porque ela é restrita à porção da Escritura indicada.
10.Teologias Paulina, Petrina, Joanina. Elas são designadas assim porque são restritas aos escritos das pessoas indicadas.
11.Teologia Prática. Diz respeito à aplicação da verdade aos corações dos homens.
12.Teologia Sistemática. Uma ciência que segue um esquema humanamente legado ou uma ordem de desenvolvimento doutrinário e que se propõe a incorporar em seu sistema toda a verdade a respeito de Deus e seu Universo de toda fonte. A Teologia Sistemática pode ser distinta da Teologia Natural no sentido em que esta última retira o seu material somente da natureza; é distinta da Teologia Bíblica no sentido que esta última retira o seu material somente da Bíblia; é distinta da Teontologia no sentido em que esta última é restrita à consideração da Pessoa de Deus, e exclui as suas obras.
Ao definir a Teologia Sistemática, certos termos enganosos e desautorizados têm sido empregados. Tem sido declarado ser "a ciência da religião"; mas o termo religião em senso algum é sinônimo da Pessoa de Deus e todas as suas obras. Igualmente, tem sido declarado ser "o tratamento científico daquelas verdades que são encontradas na Bíblia"; mas esta ciência, conquanto retire a porção principal de seu material das Escrituras, não obstante ela retira seu material de toda fonte possível. A Teologia Sistemática tem sido definida como o arranjo ordenado da doutrina cristã; mas como o cristianismo representa somente uma mera fração do campo total da verdade relativa à Pessoa de Deus e seu Universo, esta definição é inadequada.

Fonte: Lewis Sperry Chafer - Teologia Sistemática v.1.

Nomes Compostos de Deus – Lewis Sperry Chafer

O nome supremo, Jeová, é composto com Elohim, como Jeová Elohim, traduzido em nossas versões geralmente como "Senhor Deus" (cf. Gn 2.4; com Adonai, como Adonai Jeová, traduzido da mesma forma; e com Sabaoth, como Jeová Sabaoth, traduzido geralmente como "Senhor dos Exércitos").
O nome básico Elohim é composto com Shaddai, como El Shaddai, traduzido geralmente como "Deus Todo-poderoso" (Gn 17.1); com Elyon, como El Elyon, traduzido geralmente como o "Altíssimo" ou "Deus Altíssimo" (Gn 14.18); e com Olam, como El Olam traduzido geralmente como "Deus eterno" (Gn 21.33).
Além disso, Jeová é composto com sete apelativos:
(a) Jeová-Jireh, "O Senhor proverá” (Gn 22.14);
(b) Jeová-rapha, "O Senhor que cura" (Ex 15.26);
(c) Jeová-nissi, "O Senhor nossa bandeira" (Ex 17.8-15);
(d) Jeová-shalom. "O Senhor nossa paz" (Jz 6.23-24);
(e) Jeová-rã-ah, "O Senhor meu pastor" (Sl 23.1);
(f) Jeová-tsidkenu, "O Senhor nossa justiça" (Jr 23.6);
(g) Jeová-shammah. "O Senhor está aqui" (Ez 48.35).

Fonte: Lewis Sperry Chafer - Teologia Sistemática v.1.